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Artigos publicados: Alternativas X Uso convencional de animaisOs
seguintes estudos demonstraram uma performance igual ou comparável entre
métodos alternativos e uso prejudicial de animais: 1) Bauer, M.S., N.
Glickman, L. Glickman, J.P. Toombs & P. Bill. 1992. Evaluation of the
effectiveness of a cadaver laboratory during a fourth-year veterinary
surgery rotation. Journal of Veterinary Medical Education 19(2): 77–84. Os resultados foram similares nos dois grupos de estudantes do 4o ano de veterinária, um grupo utilizando cadáveres, e outro usando animais que sobreviveriam após a prática. 2) Cohen, P.S. & M. Block, 1991. Replacement of laboratory animals in
an introductory psychology laboratory. Humane Innovations and Alternatives
5: 221–225. Estudantes de graduação estudando pombos selvagens em um parque obtiveram resultados semelhantes a estudantes que estudaram condicionamento operante com ratos em um laboratório. 3) Dewhurst, D.G. & A.S. Meehan. 1993. Evaluation of the use of
computer simulations of experiments in teaching undergraduate students.
British J. Pharm. Proc. Suppl. 108: 238. Estudantes de graduação usando simulações em computadores tiveram resultados tão bons quanto estudantes que optaram pela abordagem tradicional em laboratórios de fisiologia e farmacologia. 4) Dewhurst, D.G., J. Hardcastle, P.T. Hardcastle & E. Stuart. 1994.
Comparison of a computer simulation program and a traditional laboratory
practical class for teaching the principles of intestinal absorption.
American Journal of Physiology 267 (Advances in Physiology Education
12/1): S95–S104. Seis estudantes de graduação trabalhando independentemente em um programa de computador obtiveram os mesmos resultados, a um-quinto do custo, que oito estudantes supervisionados utilizando ratos recém mortos. 5) Downie, R. & J. Meadows. 1995. Experience with a dissection
opt-out scheme in university level biology. Journal of Biological
Education 29(3), 187–194. Os resultados do exame cumulativo de 308 estudantes de biologia que estudaram modelos de ratos foram os mesmos que os de 2.605 estudantes que praticaram a dissecção de ratos. 6) Fawver, A.L., C.E. Branch, L. Trentham, B.T. Robertson & S.D.,
Beckett. 1990. A comparison of interactive videodisc instruction with live
animal laboratories. American Journal of Physiology 259 (Advances in
Physiology Education 4): S11–S14. As simulações em CD obtiveram uma performance equivalente em testes, e maior em eficiência de tempo, no ensino de fisiologia cardiovascular comparada com uma prática usando um animal de laboratório. 7) Greenfield, C.L.,
A.L. Johnson, D.J. Shaeffer & L.L. Hungerford. 1995. Comparison of
surgical skills of veterinary students trained using models or live
animals. JAVMA 206(12): 1840–1845. As habilidades cirúrgicas de estudantes de veterinária foram avaliadas no treinamento com cães e gatos, ou em modelos de órgãos de tecido macio; a performance de cada grupo foi similar. 8) Guy, J.F. & A.J. Frisby. 1992. Using interactive videodiscs to
teach gross anatomy to undergraduates at Ohio State University. Academic
Medicine 67: 132–133. A performance de estudantes de medicina e enfermagem usando CD-Rom interativo não foi significativamente diferente das de estudantes utilizando cadáveres em laboratórios. 9) Jones, N.A., R.P. Olafson, & J. Sutin. 1978. Evaluation of a gross
anatomy program without dissection. Journal of Medical Education 53:
198–205. As performances de estudantes de medicina recém-ingressos utilizando vídeos, instruções assistidas ao computador e cadáveres humanos foram as mesmas que as dos estudantes em aulas expositivas tradicionais e praticando dissecção. 10) Leathard, H.L. & D.G. Dewhurst. 1995. Comparison of the cost
effectiveness of a computer-assisted learning program with a tutored
demonstration to teach intestinal motility to medical students. ALT-J
3(1): 118–125. Nenhuma diferença significativa foi encontrada nas performances de estudantes de medicina que passaram pelo uso tradicional de animais em laboratórios, e estudantes que utilizaram simulações de computador sobre a motilidade instestinal. 11) Leonard, W. H. 1992. A
comparison of student performance following instruction by interactive
videodisc versus conventional laboratory. Journal of Research in Science
Teaching, Vol. 29, No. 1, pp. 93–102. No uso de CD-Rom ou em laboratórios tradicionais, nenhuma diferença significante foi encontrada entre os resultados de estudantes de biologia. Entretanto, o grupo que utilizou o CD-Rom necessitou da metade do tempo. 12) Lieb, M.J. 1985. Dissection: A valuable motivational tool or a trauma
to the high school student? Unpublished Thesis, Master of Education,
National College of Education, Evanston, Illinois. Os resultados foram iguais entre estudantes que dissecaram minhocas e para os que receberam aulas sobre a anatomia da minhoca. 13) Pavletic, M.M., A. Schwartz, J. Berg, & D. Knapp. 1994. An
assessment of the outcome of the alternative medical and surgical
laboratory program at Tufts University. JAVMA 205(1): 97–100. Nenhuma diferença foi encontrada nas habilidades cirúrgicas de estudantes de veterinária que participaram em um curso com alternativas, e estudantes que participaram no curso convencional. 14) Prentice, E.D., W.K.
Metcalf, T.H. Quinn, J.G. Sharp, R.H. Jensen & E.A. Holyoke. 1977.
Stereoscopic anatomy: evaluation of a new teaching system in human gross
anatomy. Journal of Medical Education 52: 758–763. Baseados nas performances de aprendizado em estudantes assistentes de médicos, os autores concluíram que o uso de slides seqüenciais de dissecções anatômicas provaram ser uma alternativa viável a dissecção. 15) Strauss, R.T. and Kinzie, M.B. 1994. Student achievement and
attitudes in a pilot study comparing an interactive videodisc simulation
to conventional dissection. The American Biology Teacher 56(7): 398–402.
Dois grupos de estudantes do ensino secundário tiveram resultados semelhantes em ambas dissecção animal ou simulação em CD-Rom. 16) White, K.K., L.G. Wheaton & S.A. Greene. 1992. Curriculum change
related to live animal use: a four-year surgical curriculum. Journal of
Veterinary Medical Education 19: 6–10. Depois de alguma hesitação em sua primeira cirurgia em tecidos vivos, estudantes de veterinária com experiência em um programa alternativo de laboratório obtiveram os mesmos resultados que estudantes com experiência em um laboratório padrão.
17) Dewhurst, D.G.
& L. Jenkinson. 1995. The impact of computer-based alternatives on the
use of animals in undergraduate teaching. ATLA 23: O uso de programas de computadores salvou tempo dos técnicos e professores, foram menos caros, foram uma forma efetiva e proveitosa de ensino para estudantes da área biomédica, e reduziu significativamente o uso de animais. 18) Erickson, H.H. & V.L. Clegg. 1993. Active learning in
cardiovascular physiology. Pp. 107–108 in Modell, H.I., & Michael,
J.A. (editors). Promoting Active Learning in the Life Science Classroom.
Annals of the New York Academy of Sciences Vol. 701. New York, NY. De 14 métodos para o ensino de cardiologia básica e interpretação de ECG, o ensino através de computadores foi o mais preferido na avaliação de estudantes de veterinária. 19) Fowler, H.S. & E.J. Brosius. 1968. A research study on the values
gained from dissection of animals in secondary school biology. Science
Education 52(2): 55–57. Estudantes secundaristas que observaram vídeos de dissecção animal (minhoca, peixe, sapo, ave) demonstraram um conhecimento factual maior destes animais do que estudantes que os dissecaram. 20) Henman, M.C., & G.D.H. Leach. 1983. An alternative method for
pharmacology laboratory class instruction using biovideograph videotape
recordings. British Journal of Pharmacology Vol. 80: 591P. Estudantes de farmacologia usando o biovideógrafo obtiveram resultados significativamente melhores em testes pós-laboratoriais do que estudantes utilizando órgãos. 21) Huang, S.D. & J. Aloi. 1991. The impact of using interactive
video in teaching general biology. The American Biology Teacher 53(5):
281–284. Estudantes de biologia usando um CD-Rom interativo que incluia simulações de dissecção obtiveram melhor resultado do que estudantes que não haviam utilizado instrução computadorizada. 22) Johnson, A.L. & J.A. Farmer. 1989. Evaluation of traditional and
alternative models in psychomotor laboratories for veterinary surgery.
Journal of Veterinary Medical Education. 16(1): 11–14. Modelos inanimados efetivamente contribuíram no ensino de habilidades psicomotoras, e tiveram a vantagem sobre o uso de animais vivos pois puderam ser usados repetidamente, aperfeiçoando a aquisição de proficiência motora. 23) Kinzie, M.B., R. Strauss & J. Foss. 1993. The effects of an
interactive dissection simulation on the performance and achievement of
high school biology students. Journal of Research in Science Teaching
30(8): 989–1000. Os resultados sugerem que o CD-Rom interativo foi no mínimo mais eficiente que a dissecção em promover entre estudantes secundaristas um conhecimento sobre anatomia de sapo e procedimentos de dissecção. 24) Lilienfield, L.S., & N.C. Broering. 1994. Computers as teachers:
learning from animations. American Journal of Physiology 11(1): Advances
in Physiology Education, pp. S47–S54. Estudantes de graduação e de medicina que usaram simulações em computadores obtiveram um resultado significativamente maior na seção cardiovascular do exame final do que seus colegas. 25) McCollum, T.L. 1987. The effect of animal dissections on student
acquisition of knowledge of and attitudes toward the animals dissected.
Unpublished Doctoral Dissertation, University of Cincinnati. Aproximadamente 175 estudantes secundaristas de biologia que, em aulas expositivas, aprenderam sobre a anatomia do sapo e suas adaptações, obtiveram resultados melhores em testes do que aproximadamente 175 estudantes que passaram pela dissecção. 26) More, D. & C.L. Ralph. 1992. A test of effectiveness of
courseware in a college biology class. J. Educational Technology Systems
21: 79–84. O conhecimento biológico entre 92 estudantes de biologia usando programas de computadores foi maior do que aproximadamente 92 estudantes passando pelo tradicional uso de animais de laboratório. 27) Phelps, J.L., J.O. Nilsestuen & S. Hosemann 1992. Assessment of
effectiveness of videodisc replacement of a live animal physiology
laboratory. Distinguished Papers Monograph, American Association for
Respiratory Care. Estudantes de enfermagem utilizando um CD-Rom sobre cardiologia tiveram resultados melhores em testes do que estudantes que aprenderam através de aulas expositivas e laboratórios de fisiologia utilizando animais vivos. 28) Samsel, R.W., G.A. Schmidt, J.B. Hall,
L.D.H. Wood, S.G. Shroff & P.T. Schumacker. 1994. Cardiovascular physiology teaching: computer simulations vs. animal
demonstrations. Advances in Physiology Education 11: S36–S46. Estudantes de medicina usaram ambas simulações computadorizadas e uso de cães, e os primeiros tiveram um melhor aprendizado sobre fisiologia cardiovascular. Um estudo demonstrou que a dissecção
foi o instrumento mais eficiente que métodos alternativos: 29) Matthews, D. 1998. Comparison of MacPig to Fetal Pig Dissection in
College Biology. The American Biology Teacher, 60(3): 228–229. Oito estudantes de biologia que dissecaram
fetos de porcos obtiveram um resultado significativamente maior em um
teste oral com placas de fetos de porcos, do que doze estudantes que
estudaram em um porco computadorizado (MacPig). Fonte: Humane Society of the United States (HSUS) |
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