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UFRGS terá novo laboratório de medicina
Estudantes da Faculdade de Medicina (Famed) da Universidade Federal do Rio Grande do Sul (UFRGS) deixarão de lado, nas aulas práticas, as esponjas e os tecidos orgânicos mortos de animais. UFMG SUSPENDE AULA COM ANIMAIS Em outra entrevista para o jornal O TEMPO, em 22 de setembro de 2005, a Dra Cleuza Rezende enfatizou que o comitê de ética tem função de regulamentar, conscientizar e educar. Ela espera, naturalmente, que o departamento acate as sugestões. A prática de fisiologia cardiovascular acontecia há 45 anos na UFMG em cursos das áreas de biomédicas e agrárias. Finalmente, podemos comemorar esta enorme evolução do Departamento de Fisiologia e Biofísica do ICB e essa grande conquista do GETEA - Grupo Estudantil pelo Tratamento Ético dos Animais - e de todos os estudantes, professores e ambientalistas de todo o país que, de alguma forma, protestaram e mostraram insatisfação com esses métodos ultrapassados de ensino, adotados pela UFMG. Permanece, assim, ainda mais aflorada, nossa esperança de que, em um futuro próximo, poderemos 'fazer ciência' seguindo o princípio hipocrático da medicina: "Primum non nocere" - primeiro, não cause danos.
Metodologia de ensino desenvolvida na Faculdade de Medicina Veterinária e Zootecnia da USP permite que animais sejam poupados com a exibição de cirurgias. InternicheBrasil lança
promoção de distribuição de vídeo sobre alternativas Em parceria com o Comitê de Ética
no Uso de Animais da UFSC, a InternicheBrasil lança uma campanha para
distribuição de 100 exemplares do vídeo Alternativas na
Educação: novos caminhos para um novo milênio. O vídeo, que normalmente é vendido
à R$ 25 (sem despesas postais inclusas), será distribuído pelo preço de
postagem, via Sedex (normal ou à cobrar) ou Encomenda Registrada. Veja
aqui quanto sairia o custo de envio para sua cidade pelos
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para envio, universidade, ocupação e curso. Oferta válida
preferencialmente para estudantes, professores ou membros de comitês de
ética.
Livro sobre alternativas ao
uso de animais é lançado pelo Instituto Nina Rosa.
O debate sobre a dissecção
animal: A perspectiva de um professor de veterinária sobre métodos
alternativos O uso de animais não humanos para pesquisa e ensino em escolas e faculdades pelo país vem sendo um grande motivo de debates calorosos. Nos últimos tempos, a tecnologia moderna permitiu a implementação de alternativas a vivissecção e disseção, das quais muitas se encontram detalhadas em um novo livro chamado from Guinea Pig to Computer Mouse – a publicação mais compreensiva do gênero no momento. O livro - lançado pela Animalearn, uma divisão educativa da American Anti-Vivisection Society (AAVS), e produzido pela International Network for Humane Education (InterNICHE) – lista mais de 500 alternativas humanitárias à vivissecção e dissecção. Entre as alternativas listadas estão descrições detalhadas de métodos e programas acessíveis pela internet, como simulações computadorizadas, vídeos, modelos e atlas de dissecções. “Tais ferramentas, combinadas com outras abordagens humanitárias, já substituíram o uso prejudicial de animais em muitas faculdades pelo mundo”, disse o coodenador da InterNICHE Nick Jukes, no comunicado de imprensa. Nedim Buyukmihci, V.D.M., professor de oftalmologia na Faculdade de Veterinária da UC Davis, nos EUA, e presidente da Association of Veterinarians for Animal Rights (AVAR), tem publicado amplamente suas visões sobre o uso de animais para finalidades de ensino. “Milhões de animais não-humanos morrem a cada ano para esta finalidade”, Buyukmihci escreve em seu artigo The issue of dissection. “A maioria destes animais talvez foram livres (selvagens), e foram retirados de seus habitats naturais, mortos e enviados para muitas instituições. Este tem sido o caso com anfíbios e répteis”. Buyukmihci também indica os canis e outros negociantes como fontes de animais para muitas práticas na veterinária em seu artigo Non-violence in surgical training, descrevendo os animais nestes casos como “mercadorias descartáveis”. Um forte proponente de alternativas para o uso de animais em nome da ciência, Buyukmihci diz que as dissecções e vivissecções são geralmente vistas como necessárias para estudantes que procuram seguir uma carreira nas áreas biológicas e médicas. “A dissecção de cadáveres animais (...) parece ser mais um ‘rito de passagem’ do que um eficiente e cientificamente válido método de ensino”, ele diz. Buyukmihci disse que não existe nenhuma prova documentada que indique que a dissecção ou vivissecção de qualquer forma contribua com a aprendizagem do estudante, e nem mesmo os animais servem como modelos para anatomia humana na área de medicina humana. O uso de métodos alternativos como programas de computadores e modelos na educação médica e científica oferecem muitos benefícios em relação a métodos convencionais, de acordo com Buyukmihci. “Uma vez que estes materiais não estão associados com os problemas logísticos que o uso de animais acarreta, eles podem ser usados repetidamente pelo estudante, como melhor lhe convier”. Entre outros métodos alternativos que Buyukmihci cita está o uso de cadáveres de animais que morreram em acidentes ou naturalmente, modelos para treinamento de suturas e incisões, instrumentos visuais como o vídeo, fotografias e esquemas detalhados, modelos e mesmo experimentos nos quais os próprios estudantes são os sujeitos experimentais. “A morte de animais na educação médica veterinária continua, infelizmente, por conveniência e hábito, e não porque é pedagogicamente necessária”, Buyukmihci afirma. Ele ainda diz que mudar o status quo é difícil uma vez que muitos estudantes neste país são ridicularizados pelos professores quando objetam ao uso de animais para finalidades didáticas. “Estudantes não podem ser legalmente forçados a matar animais como parte de sua educação. Alternativas humanitárias estão disponíveis e requerem apenas uma mudança de consciência para que comecem a ser utilizadas”.
Uso de cães na faculdade médica da UCSD é
debatido Dezenas de médicos querem que a faculdade de medicina norte-americana da Universidade da Califórnia em San Diego (UCSD) pare de usar cães para estudantes de primeiro ano. Os médicos, alguns renomados em San Diego, dizem que o uso de cães em cursos de fisiologia e farmacologia não ensina nada de novo aos estudantes e, com um gasto médio de U$ 576 por cada cão, é perda de dinheiro. ”Nos opomos ao uso desnecessário de animais”, diz o Dr Lawrence Hansen, professor de neurociências e membro da Doctors Against Dog Labs. Como um instrumento de ensino, “a mesma informação pode ser obtida de um CD ou DVD”, ele afirma. Falando
pela UCSD, o professor de bioengenharia Geert Schmid-Schoenbein
defendeu a prática veementemente. Schmid-Schoenbein é membro do comitê
de revisão no uso de animais da UCSD. Funcionários da UCSD dizem que o uso de animais na faculdade médica data de seu início em 1968. De 24 à 56 cães criados para estas finalidades são mortos a cada ano desde 1996, em um total de 334 cães em 8 anos. Dr. Robert Terry, um pesquisador do mal de Alzheimer aposentado da UCSD, disse ser “cruel” criar cães para tais finalidades. “Eu passei por isso na faculdade anos atrás e odiei a idéia. O uso de cães não ensina nada na carreira de um médico”, ele afirma. Hansen disse que a campanha para acabar com tais práticas começou 5 anos atrás com constantes pedidos à faculdade para mudança curricular. Quando não houve resposta à este pedido no último outono, o grupo decidiu discutir isso publicamente. Incluem-se na lista de médicos que se opõem ao uso de animais na UCSD a Dra. Carla Stayboldt, ex-chefe de setor no Scripps Memorial Hospital em Chula Vista; o ex-diretor do curso de patologia da UCSD, Dr. Kurt Benirschke; o pesquisador do mal de Alzheimer Dr. Eliezer Masliah, e o Dr. Howard Steinman, ex-chefe na dermatologia do Veterans Affairs Medical Center, em La Jolla. Os cães são levados à sala de aula já anestesiados e são mortos após uma sessão de 6 horas de treinamento, disse Schmid-Schoenbein e Tony Yaksh, anestesiologista da UCSD, e um dos professores de farmacologia que requer o uso de cães. Na aula de farmacologia, 5 estudantes por cão se revezam inserindo cateteres nas veias,artérias e coração dos animais para observar mudanças na pressão cardíaca e respiração, sob a influência de várias drogas. Observando
funções Na aula de fisiologia, 10 a 20 estudantes por mesa observam
enquanto um cirurgião da UCSD abre o tórax de um cão. Os estudantes
observam funções como o batimento cardíaco e fluxo sanguíneo. Os
estudantes bloqueiam uma artéria principal para observar uma parada cardíaca,
o que às vezes mata o animal. Os cães que sobrevivem sofrem eutanásia. Funcionários da UCSD dizem que estudantes podem se recusar
à aula. De 120 estudantes neste ano, 50 não participaram da aula. Schmid-Schoenbein disse que os cães são saudáveis e não sofrem. “Os cães são mantidos bem melhor nutridos do que os meus próprios cães em casa”, ele disse.
Muitos médicos em outras
faculdades apóiam o abandono destas práticas. A patologista Kim Schlack, do Sharp Memorial, disse que os exercícios de farmacologia envolvem a injeção de epinefrina em cães “apenas para se observar o coração bater mais rápido. Você injeta estas substâncias no animal e observa aquilo que você já sabia o que aconteceria”. Ela disse que tais práticas estão longe da prática médica real.
Não
em Harvard Dr. Fred Veretto, interno da Kaiser Permanente, recusou-se a
participar de uma aula com cão na UCSD e afirmou que isso “não
prejudicou seu treinamento em nada”. Ano passado, Hansen e o Dr. Gerry
R. Boss, um professor de medicina da UCSD, publicaram no jornal Academic
Medicine
(acesse
ao abstract aqui), uma pesquisa com 125 escolas médicas. Eles encontraram que
18% dos cursos de fisiologia e 5% dos cursos de farmacologia usam animais
vivos. Harvard, Yale e Stanford estão entre as escolas médicas que não
usam. “Se a maioria das faculdades não usam cães desta maneira
para treinar médicos, a UCSD não precisaria também”, disse a Dra.
Nancy Harrison, patologista do Scripps Memorial Hospital em Chula Vista.
Harrison acredita que o uso de cães diminui a compaixão. “Ensinar
estudantes a ignorar o sofrimento não pode ajudá-los no tratamento de
seus futuros pacientes”, continua. Funcionários da UCSD discordam, dizendo que as práticas ensinam a ver o paciente como um todo, não apenas como um coração ou um cérebro. Eles ensinam “a dinâmica da interação de todos estes sistemas simultaneamente”, Yaksh disse.
Ensinando sem compaixão na UCSD
É temporada de morte de cães na Faculdade de Medicina da Universidade
da Califórnia San Diego (UCSD). Os cães sendo mortos neste inverno foram
criados para serem mortos, e viveram em jaulas por suas vidas inteiras. Sua única saída do canil de criação é uma rápida viagem até o biotério da UCSD. Ali eles serão mantidos até serem vivissectados (i.e. cortados vivos enquanto anestesiados) e mortos após 6 horas de treinamento em cursos de fisiologia e farmacologia do primeiro ano. Este tratamento é necessário na educação médica ou simplesmente uma expressão de indiferença moral ao sofrimento de criaturas próximas? Centenas de médicos de San Diego,
incluindo médicos da própria faculdade, acreditam que o uso destes cães
é desnecessário e eticamente injustificável. Formalizamos um pedido
contra estas práticas aos departamentos de fisiologia e farmacologia, mas
sem resultados. Somos médicos sérios e competentes, e não extremistas de direitos animais. Sabemos de nossa experiência clínica o que é preciso para se treinar um médico. Somos compassivos, e não sentimentalistas. Gostaríamos que a universidade se abstenha, quando possível, de prejudicar estes animais. Por acaso estaríamos inferiorizando um humano por não abusar de um animal, e que queira que estudantes tenham compaixão à vida? Pesquisamos todas as 125 escolas médicas nos EUA, e
publicamos nossos resultados em um artigo na Academic Medicine, em
Novembro de 2002. Descobrimos que 95% das faculdades não matam animais em
cursos de farmacologia, e 82% não matam animais em cursos de fisiologia.
Se a grande maioria dos cursos podem ensinar tais áreas sem matarem cães,
não é necessário que a UCSD o faça. Uma vez que a necessidade é
retirada de um mal necessário, tudo o que resta é o mal. Ao
nos opormos ao uso de cães, é importante salientar que eles não
preparam o médico para operações em pacientes futuros. As técnicas
empregadas na vivissecção não são aquelas que você gostaria que seu
cirurgião aplicasse em você. Na verdade, cirurgiões aprendem a operar
após longos períodos de residência em hospitais e clínicas, e aprendem
sob supervisão cuidadosa ao intervir com pacientes. Também
devemos salientar que o uso de cães não é pesquisa animal. Todos em San
Diego desejam encontrar uma cura para o câncer, e muitos de nós utilizaríamos
animais para este objetivo. Mas o uso de cães não contribui com novos
conhecimentos e nunca contribuirá com a cura do câncer ou qualquer outra
doença. Como
sociedade, devemos minimizar o sofrimento animal, para eliminarmos o
sofrimento desnecessário. De fato, normativas da Lei de Bem-Estar Animal
(Animal welfare Act) enfatizam a substituição de animais em pesquisa e
educação por outros métodos quando possível, pois ninguém deseja que
animais sofram desnecessariamente. E
ainda assim, o Comitê de Uso Animal da UCSD – responsável pela aprovação
de todo uso animal na universidade – conclui que estas práticas não
levantam nenhuma questão de bem-estar animal. Assumir que o confinamento
e morte destes animais não é uma questão de bem-estar animal é um
discurso Orwelliano indigno da Universidade da Califórnia. A
aprovação destas práticas com cães, quando a maioria das faculdades
encontraram e aplicaram alternativas, é uma violação da Lei de
Bem-Estar Animal. Tal aprovação coloca em risco nossa confiança no
Comitê de Uso Animal. Ao recusar-se a distinguir entre o uso necessário
de animais na pesquisa, e o uso desnecessário uso de cães na educação,
a universidade falta com sua obrigação ética e legal de reduzir,
refinar e substituir o uso de animais quando possível. Se
argumentos éticos não são suficientes para o abandono de tais práticas,
os gastos e valores educativos invalidados devem ser considerados. Quem
gostaria de, com seu imposto, pagar dúzias de cães a U$ 500 cada, ano após
ano, quando simulações em computadores são suficientes? A
cada ano, uma minoria compassiva de estudantes de medicina não participam
do uso de animais em seus cursos de farmacologia, e suas notas não
diferem das dos estudantes que optaram pela vivissecção. Similarmente em
fisiologia, comparações entre vivissecções em cães e simulações em
computador não revelaram quaisquer vantagem para a metodologia
tradicional, e mais estudantes preferem as simulações em computador. Ao
contrário dos cães, simulações podem ser compradas apenas uma vez. Os
departamentos de fisiologia e farmacologia da UCSD estão imóveis aos
pedidos e a grande maioria das faculdades que ensinam sem matar cães. Os
Comitês de Uso de Animais fecham os olhos a normas federais recomendando
a substituição de cães por alternativas não-letais. O diretor da
Faculdade de Medicina não intervirá pelos cães. A única chance que
estes possuem é você, pois, acima de tudo, é você quem paga por eles. *
Hansen é professor de patologia e neurociências na UCSD. Harrison é
patologista no Scripps Memorial Hospital em Chula Vista. Universidade de British Columbia abandona o uso de animais » Leia mais sobre a questão do uso de animais para o ensino de técnica cirúrgica na medicina.
Estudo demonstra um declínio brusco no uso de animais, especialmente
cães, na educação médica norte-americana La
Jolla, Califórnia – Um novo estudo da Academic Medicine mostra um
declínio contínuo do uso de cães e outros animais em laboratórios de
medicina humana. Em cursos de fisiologia, animais vivos eram usados em 39%
das escolas médicas norte-americanas em 1994, e caiu para 18% em 2001. Da
mesma forma, o uso de animais em cursos de farmacologia caiu de 10 para
5%. O estudo é intitulado “O uso de animais no currículo de escolas
médicas norte-americanas: resultados de 2001”. “Nosso
estudo mostra que o uso de animais, especialmente cães, na educação
médica tem continuado a decair nos últimos 7 anos desde o primeiro
levantamento publicado”, diz o autor Dr. Larry A. Hansen, professor da
Universidade de San Diego, Califórnia. “Muito do ímpeto de substituir
o uso de animais em laboratórios por alternativas não-letais vem de uma
geração de estudantes de medicina com uma empatia maior pelo sofrimento
dos animais. Alternativas hi-tech, como simulações por computadores e
vídeos, são bem aceitas por professores e estudantes”. A
maioria das escolas médicas norte-americanas (68%) não usam animais em
cursos de farmacologia, fisiologia ou cirurgia, e quando usados, a
participação do estudante na prática é geralmente optativa. Para uma entrevista com o Dr. Hansen, também membro do Comitê Médico pela Medicina Responsável (PCRM), ou uma cópia do estudo, contate Jeanne S. McVey: jeannem@pcrm.org (em inglês, por favor) Fundada
em 1985, a PCRM
é uma organização de saúde sem fins lucrativos dedicada a promover a
medicina preventiva e melhorar os padrões de pesquisa, prática e
educação médica. » Veja aqui a lista de faculdades médicas norte americanas que não utilizam animais no ensino médico Substituição do uso de animais
na Itália chega a 71% Gostaríamos de relatar a estratégia que viemos seguindo para alcançar este resultado, na esperança que nossa experiência possa ser útil em outros países. Em 12 de Outubro de 1993 o Parlamento Italiano aprovou uma lei (413/93) sobre "Objeção de Consciência no Uso de Animais". O artigo 1 desta lei afirma que: "Cidadãos, em obediência à sua consciência, exercitando seu direito à liberdade de idéias, consciência, e religião, reconhecidos na Declaração Universal dos Direitos Humanos; a Convenção pela Preservação dos Direitos da Humanidade e Liberdades Básicas; e o Pacto Internacional pelos Direitos Políticos e Civis, que se oponham à violência contra todas formas vivas, podem declarar sua objeção de consciência contra qualquer e todo ato relacionado à experimentação animal" O uso de animais na educação é tratado no artigo 4: "No início do ano acadêmico subsequente à data em que esta lei seja publicada, cursos que não envolvam atividades ou intervenções de experimentação animal devem ser ativados a crédito acadêmico integral" Como consequência, dois problemas surgem: 1. A necessidade de diferente organização entre cursos, uma vez que cada curso que requeria o uso de animais seria dividido em duas partes: uma para as dissecções tradicionais ou o uso de animais, e a outra para os estudantes que declararam sua objeção e optam pelos métodos alternativos. 2. O custo de alguns dos métodos alternativos Na prática, nós oferecemos aos professores uma lista de métodos. A lista foi adquirida, em geral, do livro "From Guinea Pig to Computer Mouse" (InterNICHE), de onde eles podiam escolher o material que precisariam; e criamos o fundo "Educação sem Animais" para comprar tais métodos. O fundo foi apoiado por algumas associações de direitos animais e alguns municípios italianos. Como resultado, 103 faculdades científicas italianas (faculdades de Medicina e Cirurgia, Ciências Naturais, Física e Matemática, de Farmácia e de Medicina Veterinária) decidiram não mais utilizar animais para quaisquer finalidades educativas. As declarações de algumas faculdades são particularmente interessantes:
Tudo isso foi possível devido à existência de uma lei garantindo o direito à objeção de consciência à vivissecção. Acreditamos que o exemplo de um alto percentual de instituições de ensino superior em um país desenvolvido estarem adotando métodos alternativos poderia ser útil em qualquer lugar para mostrar que declarar que o uso de animais é necessário não é mais possível. Dra. Marina Berati Veja a lista de faculdades que não utilizam mais animais para finalidades educativas Denúncia na Universidade
Federal Rural de Pernambuco (UFRPE) "Sou estudante de medicina veterinária da UFRPE e venho através deste
e-mail fazer uma denúncia a respeito de uma barbaridade que ocorreu na
ultima quinta-feira (14 de março) durante uma aula prática de patologia
especial sob o comando do professor Mário ( Patologia especial ) Para envio de e-mail a respeito do assunto, favor dirigir-se à diretoria do Departamento de Veterinária da UFRPE- dvm@ufrpe.br Universidade de Brasília (UnB)
implementa método alternativo on-line Alunos de Farmacologia Veterinária da Faculdade de Agronomia e Medicina
Veterinária da Universidade de Brasilia (UnB) aprendem sobre ação e os Denúncia expõe a crueldade de
práticas de vivissecção na Universidade Federal do Paraná (UFPR) Os 93 alunos de Medicina da Universidade Federal do Paraná (UFPR), da Ação similar à esta aconteceu na Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC). Mais informações podem ser obtidas no site: www.geocities.com/RainForest/Vines/5011/vivisseccao.html |